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Comunicação
e Identidade Étnica
O Brasil, como todos sabemos, é constituído por uma
multiplicidade de identidades culturais, oriundas primeiro das
primeiras colonizações e, em seguida, do longo e ainda contínuo
movimento de emigração. Também sabemos que a chegada de cada um
dos grupos; sejam eles portugueses, africanos, italianos,
coreanos ou outros, corresponde a momentos históricos,
econômicos, políticos e ideológicos específicos da construção de
um determinado ideal da sociedade brasileira.
De fato, desde a sua independência, o Brasil começou a elaborar
um projeto de nação baseado em princípios civilizacionais, de
natureza biológica e “racial”. O incentivo do Império Brasileiro
a determinados padrões de emigração se apoiava numa vontade
declarada de intervenção planejada na formação humana do país
por parte de suas classes hegemônicas.
O ideário suprematista racista, dominante na época, pregava a
necessidade de “melhoria” do povo brasileiro, através da
incorporação maciça do elemento branco-europeu tanto cultural
como biologicamente. Assim, a tese do embranquecimento foi
adotada pela maior parte da classe intelectual local, e a origem
étnica se tornou um parâmetro essencial na estratificação
social.
Porém, a institucionalização deste processo civilizatório não
impediu que importantes contingentes de não-brancos (judeus,
árabes, japoneses e chineses notadamente) emigrassem e se
impusessem como atores sociais e políticos importantes e
referenciais incontornáveis no debate sobre o sentido da Nação e
da Cidadania brasileiras.
O processo de re-elaboração e re-interpretação do discurso
hegemônico muitas vezes levou, inclusive, à reprodução de
clichês preconceituosos e/ou francamente racistas, por parte
desses mesmos segmentos inicialmente segregados. Na outra ponta,
essa negociação de um novo sentido do reconhecimento, da
identificação e da lealdade contribuiu na construção de um novo
quadro simbólico e representativo que prescinde dos marcos
identitários exclusivistas e excludentes.
Doravante, o espaço de pertencimento não passa mais pelo
rompimento com a pátria, valores e ideais de origem, mas sim
pelo sincretismo e pela hifenização dos traços identitários
componentes da nova identidade do imigrante. Pois, como explica
Giralda Seyferth no seu livro “Imigração e Cultura no Brasil”
(1990), “O significado desse comportamento é uma cidadania
concebida em termos de deveres principalmente econômicos e
políticos que compõe uma dupla identidade mediante a qual os
indivíduos são etnicamente italianos, alemães, japoneses,
libaneses e assim por diante e brasileiros ou porque nasceram no
Brasil ou porque são naturalizados brasileiros. E como
brasileiros trabalham e produzem para sua nova pátria”.
A etnicidade, portanto, para a maioria dos descendentes de
imigrantes é representada com base num “ethos” do trabalho. “Os
imigrantes são concebidos por si mesmos como pioneiros e
civilizadores – os que transformaram a floresta do Sul do Brasil
em ‘ilhas’ de civilização, ou como aqueles que dignificavam o
trabalho num país onde tudo foi deixado nas mãos dos escravos”.
O voluntarismo e zelo em valorizar seu papel social e econômico
na nova pátria conjugados à lealdade à comunidade étnica e à
terra de origem, todavia, muitas vezes provocavam na população
mais antiga e no establishment um sentimento de suspeição e
desconfiança. A dupla lealdade era quase um desvio ou um crime
que deviam ser enquadrados e combatidos. A obrigatoriedade do
ensino do português e as restrições ao uso língua de origem no
espaço público são apenas alguns exemplos da política
governamental da época.
Porém, a cobrança de lealdade absoluta e de identificação
exclusiva ao país de destino produziu, dialeticamente, nos recém
estabelecidos uma consciência política de exigência de respeito
a seu estatuto de pluri-pertencimento cultural e identitário e
de direito à igualdade social e cidadania plena. A idéia da
identidade hifenizada, na sua versão brasileira (ágil, maleável
e pacífica), começou a tomar forma e a se expressar através de
vários e variados canais sociais, políticos e econômicos.
As organizações comunitárias de natureza nacional, étnica e/ou
confessional serão um instrumento de luta política pelo
reconhecimento tanto identitário como social e econômico. Não se
tratava mais de separar as duas esferas, negar uma das duas ou
valorizar uma ao detrimento da outra, mas sim de frutificar o
melhor dos dois mundos em prol da realização pessoal, familiar e
comunitária e a favor do progresso social de toda a sociedade.
Mesmo quando o fenótipo e a configuração cultural do grupo
podiam facilitar a assimilação por completo, a preocupação em
preservar traços da identidade original ou re-elaborá-los
continuava crescendo. O caso, dentre outros, da comunidade
italiana.
Imigração italiana
A historiadora
Luciana Fachinetti afirma que um em cada cinco brasileiros
tem “o pé na bota”. Os imigrantes podem ter vindo de partes
diferentes da Itália, ou morarem em regiões distintas do Brasil.
Entretanto, a mistura dessas duas referências, a condição de
ítalo-brasileiro, é um laço marcante de união, fator de
aproximação do grupo e catalisador de interesses comuns.
Essas pessoas vinham pra cá com o sonho de (re) construir a vida
em um espaço que lhes desse a oportunidade negada no velho
continente e boa parte também motivada pela solidariedade cristã
para com um povo e uma terra distantes. E a realidade encontrada
era árdua. A viagem era difícil e as condições de trabalho
quando se chegava ao destino com vida, eram bastante ruins.
A vinda de italianos para o Brasil chegou a ser proibida devido
ao que as pessoas tinham que enfrentar durante a travessia do
Atlântico e quando chegavam aqui. Mas, a vitória sobre esses
obstáculos promovia um sentimento de orgulho nos que conseguiam
realizar a façanha. Eram tidos como exemplos de força e coragem;
valores indispensáveis para o crescimento de uma nação como o
Brasil.
A abolição da Escravatura foi sem dúvida elemento intensificador
dessa vinda de imigrantes para o Brasil. A intenção era a
substituição do escravo negro pelo colono europeu. É um período
em que o governo brasileiro incentivava a vinda de imigrantes
para o Brasil. Como, também, o processo de unificação política
italiana marcou um momento histórico em que um grande
contingente populacional residente naquela região procurava
oportunidades além das fronteiras do novo Estado e
principalmente fora da Europa.
No final do século XIX e primeiras décadas do século XX, os
italianos que chegaram ao Brasil eram em grande maioria
analfabetos, já que muitos provinham de regiões rurais e pobres.
E o destino era em geral o trabalho com agricultura em regiões
do Sudeste/ Sul do Brasil. O relativo isolamento no campo criou
comunidades que pouca integração tinham com elementos nativos.
Os italianos se orgulhavam de sua origem e não encontravam
problemas em manter certos traços como o uso do idioma, além de
hábitos e costumes particulares.
Já a vida nas cidades representava sérios problemas de
adaptação. Os italianos eram vistos como elementos perigosos
principalmente pelos responsáveis pela indústria nascente nas
primeiras décadas do séc XX. E a integração forçada tornava
conflituosa a relação com os brasileiros.
O período pós-II guerra trouxe ao Brasil pessoas com ofícios
específicos (em geral no setor de serviços) e com maior
qualificação profissional. Pois, o governo de Mussolini usava a
alfabetização como um instrumento para ampliar o alcance da
doutrina fascista. Era obrigatório freqüentar a escola até a
quarta série, mas não havia muitos incentivos para a
continuidade de uma educação formal. Portanto, muitos aprendiam
profissões como padeiro, ferreiro, carpinteiro com familiares, e
ao chegar no novo país, depois de algum tempo, procuravam abrir
seu próprio negócio.
A presença de Italianos no Rio de Janeiro talvez não seja tão
marcante quanto em São Paulo ou no sul do Brasil. Ou, talvez, a
marca deixada por essa população por aqui seja de caráter
diverso. Profissionalmente, os que vieram da Itália para o
estado do Rio em geral se dedicaram a atividades urbanas como
bancas de jornal, notadamente.
Entretanto onde quer que estejam não medem esforços em manter
viva a ligação que têm com a pátria que deixaram, ou foi deixada
por seus pais ou avós. Um sentimento forte de conexão com a
terra que consideram berço da civilização. O amor pelas artes,
pelo conhecimento e a primazia em tudo que se faz seriam
características inerentes àqueles que de alguma forma são
conectados com a região.
A comunidade italiana, como a maioria dos grupos étnicos
recém-estabelecidos no Brasil ou ainda as comunidades oriundas
das migrações pelo mundo, concentrou seus esforços
organizacionais na mídia comunitária para manter e desenvolver a
sua identidade cultural, nacional, étnica e/ou confessional de
origem. Propomos, a seguir, a análise de algumas dessas mídias.
Mídia e identidade cultural
O perfil da mídia comunitária italiana no Brasil é bastante
diverso e irregular tanto, na sua forma como no seu conteúdo.
Não parece ter uma opção específica por determinados meios,
estratégias ou discurso político, mas sim um contínuo
aproveitamento dos eventos e instrumentos disponíveis às
circunstâncias reais de sua produção, circulação e consumo.
Jornais, revistas, programas de rádio e Internet se revezam ou
se completam no trabalho de produção de uma identidade coletiva
e a manutenção dos laços intracomunitários. Ainda que, no
momento atual, devido a seu sucesso social e sua eficiência
tecnológica, Internet parece se transformar numa terra prometida
das comunidades étnicas, nacionais, culturais e/ou
confessionais.

O importante Comunità Italiana, por exemplo, já dispõe de uma
versão on-line (www.comunitaitaliana.com.br)
onde se pode acessar uma parte de seu conteúdo. Os temas em
geral giram em torno da relação dos dois países e a seção
bilíngüe de notícias, em particular, traz informações sobre o
Brasil e sobre a Itália. Como há também um resumo das matérias
completas que disponíveis na versão impressa, dicas de turismo
na Itália e uma sala de bate-papo.
No plano conteudístico, se pode notar um franco posicionamento
político bastante crítico. Assim, o editorial da edição de maio
de 2004, intitulado “Cúmplices da Violência” não hesita em
assumir uma postura abertamente contrária à política do premiê
Berlusconi no conflito Iraquiano, condenando a guerra como sendo
hipócrita e apontando Bush como o produto de uma sociedade
debilitada moralmente.
No percorrer do texto, porém, transparece um discurso
nacionalista centrado na nação e no povo italianos, conclamados
pelo autor a atuar no cenário mundial e a fazer “aflorar os seus
vultos”. Segundo a visão apresentada por Pietro Petraglia, o
mundo sofre com a falta de “líderes que encarnem os princípios
do Estado e dos deveres públicos e privados”; antes de citar
nomes proeminentes da História italiana (de Dante e Santo
Agostinho até Marco Aurélio) que seriam, segundo o autor,
exemplos da contribuição maciça da Itália para a sociedade
humana.
Em oposição, as vítimas italianas da guerra no Iraque são
lembradas e a culpa é posta diretamente sobre os ombros do Sr.
Berlusconi que, segundo o editorial, “tomou a decisão, contra a
vontade da população, de ter um inimigo”. Em fim, o texto se
encerra com um desafio ao premiê italiano cujo poder (o controle
da maior rede de comunicações do país e de um partido fiel a ele
e não a uma ideologia específica) o qualificaria para efetuar
uma virada na atual política mundial. Tudo dependerá “de sua
cultura, de sua moral” conclui Pietro Petraglia.

Já o conteúdo do editorial da publicação curitibana Insieme (http://www.insieme.com.br/),
do mesmo mês de maio de 2004, contrasta fortemente com a
apresentação de intenso cunho político de Pietro Petraglia em
sua revista Comunitá Italiana. O título “Tempo de Festa”
introduz um texto cuja única preocupação é divulgar uma série de
festividades em torno da cultura italiana no Brasil.
O autor proclama a chegada de uma “nova temporada de festas
italianas”, destacando o Dia da República (2 de junho) que,
segundo o texto, é celebrado pelos imigrantes com o dia da
italianidade. O editorial segue ressaltando que as comemorações
embora espalhadas por todo o país, estarão mais concentradas na
região Sul. Uma outra marcante diferença entre os pontos de
vista dos dois editoriais está no fato de que o texto do Insieme
segue fazendo grande reverência ao Brasil, retratado como um
país de grande generosidade e paz para imigrantes das mais
diversas origens.
O perfil das duas publicações é bastante semelhante entre si e
ambas podem ser classificadas como revistas de variedade, por
apresentarem uma ampla gama de assuntos. Nas duas revistas
aparece de forma muito semelhante o elemento bilíngüe, uma
separação de idiomas feita de maneira orgânica, talvez um traço
proposital de aproximação natural das duas línguas.
Nas edições analisadas a Insieme parece dar maior ênfase à
apresentação de reportagens dedicadas aos serviços públicos de
maior interesse para os ítalo-brasileiros. A seção intitulada
“Servizio” traz uma reportagem com o título “Nacionalidade: a
cidadania italiana passo a passo”. A reportagem traz
informações detalhadas acerca dos documentos necessários além do
funcionamento do processo jurídico referente à aquisição da
cidadania italiana.
Portal Itália (www.portalitalia.com.br),
o terceiro site analisado, por sua vez, oferece uma estrutura
diferenciada para imigrantes e descendentes. O objetivo do
Portal é ser um agente concentrador de informações. Não há
preocupação em estabelecer um debate, mas exercer a função de
suporte para descendentes de italianos para diversos assuntos:
serviços, lazer, notícias, etc...
Ele dá destaque maior ainda a um dos principais focos de
interesse dos ítalo-brasileiros: a obtenção da cidadania
italiana. São oferecidas várias dicas aos descendentes de
imigrantes dos primeiros passos até a conquista desse valioso
objetivo.
Fora da rede, foi analisado o Comunità Italiana, na sua versão
impressa, cuja existência se deve à iniciativa de um estudante
em jornalismo no final da década de 80. Descendente de
italianos e ciente que sua identidade hifenizada é fonte de
riqueza e de orgulho, Pietro Petraglia concretizou o sonho de
colocar a sua prática profissional a serviço de um ideal maior e
um desejo pessoal pelo qual passa a sua realização pessoal.
A idéia que surgiu da paixão pela origem italiana conseguiu unir
potencialidades e conquistar a confiança dos diferentes
parceiros. Hoje, apesar da iniciativa ser fluminense, a
publicação é conhecida e lida por um grande número de
descendentes em todo Brasil.
“Eu tinha dezesseis anos e muita vontade de fazer alguma coisa
que mostrasse minha afinidade com os italianos e que ajudasse a
minha comunidade a se integrar mais. Ela é hoje, um pouco mais
unida mais ainda não mantém uma relação direta. Os italianos
aqui no Rio nunca se uniram muito para tomar atitudes juntos, e
um meio de comunicação, como o jornal, também é um meio de
entretenimento. As pessoas passam a receber a mesma informação e
ficam sabendo se alguma festa vai acontecer” declara ele a
Ângela Gomes no seu livro “Histórias de Famílias: entre a Itália
e o Brasil”. (1999)
O Comunità Italiana se apresenta como um ponto de encontro,
espaço aberto para a exposição de idéias. A seção colunas, por
exemplo, contem contribuições de ítalo-brasileiros sobre
diversos temas, possibilitando assim ao grupo um maior exercício
de sua singularidade.
A Itália é percebida a partir de uma ótica brasileira e o Brasil
analisado sob um viés italiano. A mescla de matérias sobre a
Itália e o Brasil (em italiano e em português) demonstra o ponto
de vista singular de um grupo capaz de transitar entre as duas
realidades e oferecer um “olhar estrangeiro” a cada uma delas
sendo integrante de cada uma delas também. A intenção é o
enriquecimento principalmente do Brasil, a partir do que o
elemento italiano teria a oferecer. É a questão da dupla
lealdade vivenciada em todo seu potencial.
A receptividade foi tanta que o empreendimento cresceu. As
assinaturas, principalmente de pessoas longe do Rio de Janeiro e
interessadas no estreitamento do contato entre os
ítalo-brasileiros, foram decisivas para o sucesso. O Comunità
Italiana que surgiu como um jornal amador é hoje uma publicação
respeitada e também uma editora (Comunitá) especializada em
livros relacionados à comunidade italiana.
“Italianos no Rio de Janeiro” de Julio César Vanni, referência
para o estudo do assunto, é um dos títulos publicados pela
editora, mas os temas dos livros são bastante variados e não se
restringem ao assunto da imigração italiana no Brasil.
Ainda no segmento cultural, a revista mantém um suplemento de
nome Mosaico Italiano em parceria com o “Istituto Italiano di
Cultura” (órgão oficial do Consulado Italiano no Rio de Janeiro
que apóia o projeto) no qual são publicados textos somente em
italiano.
Em conclusão, se pode afirmar que apesar do gosto por festas e
boa mesa sejam traços aparentes que saltam logo aos olhos quando
se pensa em “italianidade”, não se pode negar que o desejo de
manutenção de tradições e vínculos relacionados à Itália é um
projeto levado muito a sério pela comunidade; ainda que, às
vezes, de maneira melancólica como o testemunha o depoimento de
Eduardo Cohen dado ao Museu do Imigrante em São Paulo:
“Vamos dizer: eu tô na Itália... a vida é enrolada, dia após dia
do fim da existência e eu emigro, o que é que eu faço, abro a
gaveta e coloco... E começo a rolar a fita do Brasil, do país
onde estou morando. (...) porque a Itália ficou no momento que
eu deixei... No momento que eu vou na Itália, muitas vezes eu
vou na Itália, que eu falo, na língua mesmo, na forma
idiomática, são coisas que não se usam mais. Tem gente que me
olha e diz: ‘mas de onde vem esse daí?, de algum túmulo saiu,
isso se falava há 50 anos atrás’.
Por isso somos cidadãos de um país que não existe mais e o
governo não entende isso. O italiano, o governo, o consulado, a
embaixada pensam que os italianos que estão aqui são os mesmos
que estão na Itália. No, não são mais, são diferentes, são
cidadãos de um país que não existe mais, porque a minha Itália
não existe mais.
É claro, se eu for pra Itália, em um ano me adapto novamente.
Agora, aqui, eu ainda penso na Itália de 1946, 47, é
fossilizada, é cristalizada, não adianta, estou largando tudo,
ninguém entende isso.
É claro [que gosto do Brasil], minha vida é aqui. Posso ver
sujeira, uma imundície, são uns fdp esses governos, mas é minha
terra, não adianta nada, é minha terra, desculpa falar, é minha
terra, é aqui que eu vivo, é aqui que tenho meus filhos, é aqui
que enterrei meus mortos, aqui que vou ser enterrado, é minha
terra”.
Bibliografia
GOMES, Angela de Castro. Histórias de famílias: entre a Itália e
o Brasil. Niterói, Editora Muiraquitã, 1999.
LESSER, Jeffrey. A
negociação da identidade nacional: imigrantes, minorias e a luta
pela etnicidade no Brasil. Trad. Patrícia de Queiroz C. Zimbres.
São Paulo: Editora da UNESP, 2001, 344 p.
SEYFERTH, Giralda. Imigração e Cultura no Brasil. Editora da
UNB, 1990.
Circolo Italiano di Amparo – Site de um grupo de imigrantes e
descendentes de Amparo-SP - Disponível em :
http://www.circoloitalianodiamparo.uli.com.br/ -
E. educional.
http://www.educacional.com.br/reportagens/italia/default.asp
Jornal da Unicamp -http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/junho2003/ju215pg06.html
Autores: Ana Flávia Vaz de
Oliveira e Luciano Pinheiro Oliveira.
Trabalho orientado e coordenado pelo professor Mohammed ElHajji.
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